A direcção apela à participação no próximo acto eleitoral que elegerá os corpos gerentes para o quadriénio 2011-2014, nomeadamente na apresentação de listas. Vários elementos da actual direcção apresentaram disponibilidade em integrarem uma lista, mas outros não, pelo que apelamos ao debate com vista à apresentação de listas na assembleia eleitoral marcada para o próximo dia 12 de Março.
Num balanço do actual mandato a Direcção esforçou-se por realizar eventos que nem sempre tiveram uma significativa participação dos associados.
Realizámos em Outubro na Fonoteca Municipal, um ciclo de palestras, “Homens no fado”, e em Junho, uma homenagem a Maria Amélia Proença, no Museu do Fado.
Até Março a Direcção conta regularizar o cadastro de sócios, tendo-se decidido em reunião realizada a 01 de Dezembro não aumentar as quotas. Apela-se assim que todos os associados com quotas em atraso as queiram saldar.
A Direcção
quarta-feira, janeiro 26
OS NOSSOS ASSOCIADOS
Paulo Valentim em Macau
O guitarrista representou Portugal noutra faceta, a de ceramista, na Feira Internacional de Macau de 22 a 30 de Outubro, tendo apresentado réplicas de cerâmicas e faianças portuguesas dos séculos XVII e XVIII.
Em Macau, o artista plástico leccionar o primeiro curso de introdução à pintura clássica portuguesa, que corresponde àqueles dois séculos, no Instituto Politécnico de Macau.
O músico que ainda se encontra naquele território chinês realizou vários recitais de poesia e solos de guitarra portuguesa.
Daniel Gouveia
O autor de “Ao fado tudo se canta?” esteve em Lagoa, onde na Biblioteca Municipal realizou uma palestra “A relação do fado com o Bolero, o tango e flamenco”.
Daniel Gouveia é membro da Associação Portuguesa dos Amigos do Fado, tendo já apresentado vários colóquios, palestras e integra o Conselho Consultivo do Museu do Fado.
Autor de letras e músicas de fados de Lisboa, editou também o livro "Arcanjos e Bons Demónios", que integra relatos verídicos do que presenciou e protagonizou durante o serviço militar em Angola, e o conto "A Prenda", inserido na colectânea "Contos Eróticos de Natal", em que participam também José Jorge Letria, Jorge Guimarães, Mário Máximo, Risoleta Pinto Pedro, Miguel Roza, entre outros.
O guitarrista representou Portugal noutra faceta, a de ceramista, na Feira Internacional de Macau de 22 a 30 de Outubro, tendo apresentado réplicas de cerâmicas e faianças portuguesas dos séculos XVII e XVIII.
Em Macau, o artista plástico leccionar o primeiro curso de introdução à pintura clássica portuguesa, que corresponde àqueles dois séculos, no Instituto Politécnico de Macau.
O músico que ainda se encontra naquele território chinês realizou vários recitais de poesia e solos de guitarra portuguesa.
Daniel Gouveia
O autor de “Ao fado tudo se canta?” esteve em Lagoa, onde na Biblioteca Municipal realizou uma palestra “A relação do fado com o Bolero, o tango e flamenco”.
Daniel Gouveia é membro da Associação Portuguesa dos Amigos do Fado, tendo já apresentado vários colóquios, palestras e integra o Conselho Consultivo do Museu do Fado.
Autor de letras e músicas de fados de Lisboa, editou também o livro "Arcanjos e Bons Demónios", que integra relatos verídicos do que presenciou e protagonizou durante o serviço militar em Angola, e o conto "A Prenda", inserido na colectânea "Contos Eróticos de Natal", em que participam também José Jorge Letria, Jorge Guimarães, Mário Máximo, Risoleta Pinto Pedro, Miguel Roza, entre outros.
segunda-feira, dezembro 20
segunda-feira, novembro 1
HOMENS NO FADO
Terminou mais um ciclo de palestras da Associação Portuguesa dos Amigos do Fado em colaboração com a Fonotaca Municipal no Saldalha, coordenadas por o Drº Nuno Lopes.
Neste ciclo foram recordados Tristão da Silva, por Ana Maria Mendes.
Carlos Ramos, por seu neto Eduardo Ramos de Morais.
Manuel Fernandes,por Julieta Estrela de Castro
onde tivemos na sala a viuva Ana Adelaide Fernandes, e suas filhas.
António Mourão,por Maria de Lourdes de Carvalho.
Missão cumprida
Neste ciclo foram recordados Tristão da Silva, por Ana Maria Mendes.
Carlos Ramos, por seu neto Eduardo Ramos de Morais.
Manuel Fernandes,por Julieta Estrela de Castro
onde tivemos na sala a viuva Ana Adelaide Fernandes, e suas filhas.
António Mourão,por Maria de Lourdes de Carvalho.
Missão cumprida
terça-feira, setembro 14
HOMENS NO FADO
Ciclo de Palestras
Fonoteca Municipal
Edifício Monumental - Pç. Duque de Saldanha
Ao longo da primeira metade do século XX vários homens foram cultores do género fadista em diferentes formas, desde o tradicional ao fado canção. Tristão da Silva, Carlos Ramos, Manuel Fernandes e António Mourão foram primeira figura de cartazes, encheram plateias, e desta forma marcaram a história fadista.
Alguns terão ido além fronteiras, outros tentaram também a composição. A cada um está pelo menos ligado um êxito da história da música portuguesa. Dar a conhecer as suas carreiras, descobrir factos novos ou pistas e abordagem, são as propostas deste ciclo coordenado por Nuno Lopes. As palestras acontecem todas as quintas-feiras de Outubro sempre a partir das 18:00.
A APAF volta a colaborar com a Fonoteca onde o ano passado se realizou “Catálogo Alvorada - Coisas de um coca-bichinhos” com José Manuel Osório e “Amália a cantar há 70 anos”.
7 Outubro
Tristão da Silva - Ana Maria Mendes
Tristão da Silva, conhecido como o "miúdo do Alto do Pina", tornou-se líder de elencos de verbenas e casas de fado, tendo cultivado também a canção romântica. Cantou no Brasil. Entre muitos êxitos destaca-se "Aquela janela virada para o mar".
Ana Maria Mendes é membro da direcção da APAF, documentalista, foi também locutora e bibliotecária. Apresentou já duas palestras no Museu do Fado relativas ao poeta Francisco Radamanto e ao fadista Manuel de Almeida.
14 Outubro
Carlos Ramos - Eduardo Ramos de Morais
Carlos Ramos, guitarrista, começou por se evidenciar como intérprete de excepção. Figura assídua na televisão e com uma legião de fãs, fundou no Bairro Alto a casa de fados A Toca. Entre os vários êxitos refira-se "Não venhas tarde".
Eduardo Ramos de Morais, neto do músico, tem-se dedicado a compilar e reunir dados e factos sobre a carreira artística do avô.
21 Outubro
Manuel Fernandes - Julieta Estrela de Castro
Manuel Fernandes cantou em vários retiros fadistas e voz frequente na rádio, nomeadamente do programa "Os Companheiros da Alegria", assinou o seu primeiro contrato internacional em 1951. Foi também compositor. Em 1962 completou 25 anos de carreira com uma grande festa no Pavilhão dos Desportos. "A Vassourinha" é o seu principal sucesso.
Julieta Estrela de Castro, fadista, presidente da APAF, tem-se dedicado ao estudo da história do fado, integrando o conselho consultivo do Museu do Fado. Apresentou já várias palestras relativas a Fernando Farinha, João da Mata, sobre a métrica fadista e os fados tradicionais, etc.
28 Outubro
António Mourão - Maria de Lourdes de Carvalho
António Mourão foi um dos mais populares fadistas da década de 1960. Cabeça de cartaz do teatro de revista, tendo actuado várias vezes além fronteiras. Na década de 1970 abandonou a cena artística, encontrando-se actualmente na Casa do Artista. "Ó tempo volta para trás" foi o seu principal sucesso.
Maria de Lourdes Carvalho, jornalista, locutora, produtora discográfica e poetisa com obra publicada, é cantada por várias vozes do fado, nomeadamente Fernanda Maria. É autora da primeira fotobiografia de Madalena Iglésias. Tem participado em diversos eventos na área da música portuguesa, integra actualmente os quadros directivos da Casa do Artista e membro do Conselho Geral da Fundação Amália Rodrigues.
Coordenação de Nuno Lopes
Co-produção: Associação Portuguesa dos Amigos do Fado e Fonoteca Municipal
Fonoteca Municipal
Edifício Monumental - Pç. Duque de Saldanha
Ao longo da primeira metade do século XX vários homens foram cultores do género fadista em diferentes formas, desde o tradicional ao fado canção. Tristão da Silva, Carlos Ramos, Manuel Fernandes e António Mourão foram primeira figura de cartazes, encheram plateias, e desta forma marcaram a história fadista.
Alguns terão ido além fronteiras, outros tentaram também a composição. A cada um está pelo menos ligado um êxito da história da música portuguesa. Dar a conhecer as suas carreiras, descobrir factos novos ou pistas e abordagem, são as propostas deste ciclo coordenado por Nuno Lopes. As palestras acontecem todas as quintas-feiras de Outubro sempre a partir das 18:00.
A APAF volta a colaborar com a Fonoteca onde o ano passado se realizou “Catálogo Alvorada - Coisas de um coca-bichinhos” com José Manuel Osório e “Amália a cantar há 70 anos”.
7 Outubro
Tristão da Silva - Ana Maria Mendes
Tristão da Silva, conhecido como o "miúdo do Alto do Pina", tornou-se líder de elencos de verbenas e casas de fado, tendo cultivado também a canção romântica. Cantou no Brasil. Entre muitos êxitos destaca-se "Aquela janela virada para o mar".
Ana Maria Mendes é membro da direcção da APAF, documentalista, foi também locutora e bibliotecária. Apresentou já duas palestras no Museu do Fado relativas ao poeta Francisco Radamanto e ao fadista Manuel de Almeida.
14 Outubro
Carlos Ramos - Eduardo Ramos de Morais
Carlos Ramos, guitarrista, começou por se evidenciar como intérprete de excepção. Figura assídua na televisão e com uma legião de fãs, fundou no Bairro Alto a casa de fados A Toca. Entre os vários êxitos refira-se "Não venhas tarde".
Eduardo Ramos de Morais, neto do músico, tem-se dedicado a compilar e reunir dados e factos sobre a carreira artística do avô.
21 Outubro
Manuel Fernandes - Julieta Estrela de Castro
Manuel Fernandes cantou em vários retiros fadistas e voz frequente na rádio, nomeadamente do programa "Os Companheiros da Alegria", assinou o seu primeiro contrato internacional em 1951. Foi também compositor. Em 1962 completou 25 anos de carreira com uma grande festa no Pavilhão dos Desportos. "A Vassourinha" é o seu principal sucesso.
Julieta Estrela de Castro, fadista, presidente da APAF, tem-se dedicado ao estudo da história do fado, integrando o conselho consultivo do Museu do Fado. Apresentou já várias palestras relativas a Fernando Farinha, João da Mata, sobre a métrica fadista e os fados tradicionais, etc.
28 Outubro
António Mourão - Maria de Lourdes de Carvalho
António Mourão foi um dos mais populares fadistas da década de 1960. Cabeça de cartaz do teatro de revista, tendo actuado várias vezes além fronteiras. Na década de 1970 abandonou a cena artística, encontrando-se actualmente na Casa do Artista. "Ó tempo volta para trás" foi o seu principal sucesso.
Maria de Lourdes Carvalho, jornalista, locutora, produtora discográfica e poetisa com obra publicada, é cantada por várias vozes do fado, nomeadamente Fernanda Maria. É autora da primeira fotobiografia de Madalena Iglésias. Tem participado em diversos eventos na área da música portuguesa, integra actualmente os quadros directivos da Casa do Artista e membro do Conselho Geral da Fundação Amália Rodrigues.
Coordenação de Nuno Lopes
Co-produção: Associação Portuguesa dos Amigos do Fado e Fonoteca Municipal
Pensar Amália
Livro de Vieira Nery sobre Amália
“Amália Rodrigues que fez uma síntese musical única”, afirmou o nosso associado Rui Vieira Nery, autor do livro “Pensar Amália”, editado em Julho pela Tugaland, em simultâneo com “Amália dos poetas populares aos poetas cultivados”, de Vasco Graça Moura.
Rui Vieira Nery afirmou que procurou “contextualizar” Amália, já que a intérprete “não surge como um extraterrestre”.
“Amália aprendeu com os fadistas que a precederam e sempre o reconheceu, aprendeu com as grandes cantoras espanholas como Império Argentina e Concha Piquer, e outros, e antes de todos com a sua mãe que lhe cantava melodias da Beira Baixa como ela sempre referiu”, disse o musicólogo.
Para Nery, na história do fado “há um antes e um depois de Amália”. “Amália continuou a tradição do fado, e também a das marchas populares, assim como de canções populares internacionais como a copla espanhola, as rancheras mexicanas, ou a canção romântica francesa”. “Construiu ela própria uma síntese muito própria e única”, rematou.
“Amália Rodrigues que fez uma síntese musical única”, afirmou o nosso associado Rui Vieira Nery, autor do livro “Pensar Amália”, editado em Julho pela Tugaland, em simultâneo com “Amália dos poetas populares aos poetas cultivados”, de Vasco Graça Moura.
Rui Vieira Nery afirmou que procurou “contextualizar” Amália, já que a intérprete “não surge como um extraterrestre”.
“Amália aprendeu com os fadistas que a precederam e sempre o reconheceu, aprendeu com as grandes cantoras espanholas como Império Argentina e Concha Piquer, e outros, e antes de todos com a sua mãe que lhe cantava melodias da Beira Baixa como ela sempre referiu”, disse o musicólogo.
Para Nery, na história do fado “há um antes e um depois de Amália”. “Amália continuou a tradição do fado, e também a das marchas populares, assim como de canções populares internacionais como a copla espanhola, as rancheras mexicanas, ou a canção romântica francesa”. “Construiu ela própria uma síntese muito própria e única”, rematou.
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